Rodovia Norte-Sul, em Macapá, tem novo prazo de dois anos para conclusão de obra


Governo Federal doou terreno para continuidade da construção, mas a data de retomada ainda não foi definida porque o projeto precisa ser refeito. Obra está paralisada desde 2014. Cerca de três quilômetros de Rodovia Norte-Sul ainda deve ser finalizada
Reprodução/Rede Amazônica no Amapá
Para dar continuidade à construção da Rodovia Norte-Sul, em Macapá, o Governo Federal doou um terreno no bairro Infraero 1, na Zona Norte da capital. Com isso, o Amapá recebeu um novo prazo de dois anos, a partir deste mês de julho, para a conclusão da obra, que está paralisada desde 2014.
Apesar do nome, a via vai ligar as zonas Norte, onde fica a BR-210, à Oeste, onde está a Rodovia Duca Serra. A data de retomada do serviço ainda não foi definida, porque o projeto precisa ser refeito e uma licitação deve contratar uma nova empresa para conclusão do trabalho, medida anunciada em maio.
Entre as alterações no projeto estão as inclusão de ciclovias, canteiros e dois viadutos de acesso, um pela rodovia Duca Serra e o outro pela BR-210. Essas intervenções não estariam previstas na etapa final do projeto original. O objetivo é desafogar o trânsito no Centro da capital.
Amapá tem 2 anos para concluir Rodovia Norte-Sul ou terá que devolver terreno à União
São previstos sete quilômetros de construção, sendo que quatro já foram finalizados. Caso o prazo para conclusão não seja cumprido, o terreno doado na Zona Norte será devolvido à União, mesmo se tiver recebido qualquer tipo de intervenção.
A obra é de responsabilidade da Secretaria de Estado do Transporte (Setrap), mas também conta com apoio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para a construção dos viadutos.
Histórico
Dos sete quilômetros, quatro estão finalizados na Rodovia Norte/Sul
Abinoan Santiago/Arquivo G1
A Norte-Sul começou a ser construída em 2011 e a primeira etapa, quase quatro quilômetros, está pronta desde 2013. No fim de 2014, o valor da obra estava em torno de R$ 50 milhões. O investimento foi fruto de um convênio do governo estadual com o Ministério das Cidades.
A obra já enfrentou diversas dificuldades para continuar, entre elas estudos arqueológicos na parte final da rodovia, processo de apropriação de área que pertencia à Infraero e também diversas invasões ao longo dos anos.
*Com informações da Rede Amazônica
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